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Sábado, 31 de Julho de 2004

Ao Óscar...

Obrigado por demonstrares que a amizade não tem limites humanos...
Por te teres empenhado e me fazeres rir com a tua irreverência.
Recordar-me-ei para sempre da primeira vez que fomos apresentados, estavas a roer umas sapatilhas enquanto abanavas alegremente a tua cauda.
Adeus... onde quer que estejas

publicado por Unpredictable às 23:17
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Tristeza

images5.jpg



Eu sei fofinho, que hoje estás muito triste, não estejas. Pensa que estás só a adiar um pouco mais o tempo de ter um amiguinho, porque nós vamos ter pelo menos uns 5.
Sorri, porque eu adoro o teu sorriso.

Amo-te
publicado por Unpredictable às 14:36
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2004

Uma grande insónia

O resultado de uma noite passada em branco traduziu-se na mudança de template deste blog.
Gostaria de saber a vossa opinião sobre o novo "look".
publicado por Unpredictable às 05:43
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Quinta-feira, 29 de Julho de 2004

Deserto

3.jpg



Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade, para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei

Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso

Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo

Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento.


Amo-te
publicado por Unpredictable às 18:08
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Quarta-feira, 28 de Julho de 2004

Feeling

sunsetfeeling.gif

No words can say what I feel about you
Maybe there’s nothing to be said
The world seems empty without you
Wherever I look there is sadness
Heaven darkened by shadows
Even the sun doesn’t shine so bright
The only thing for granted
Is this feeling...

I love you
publicado por Unpredictable às 19:01
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Segunda-feira, 26 de Julho de 2004

O Número de Telefone

Retomo a descrição da "conquista" da Uabet.

As aulas de A decorriam duas vezes por semana, eram a oportunidade de estar junto de ti. Mudei de lugar para te poder ver durante toda a aula, sem que ninguém se apercebesse. Observava todos os teus gestos, os sorrisos... Tentava conhecer-te, mas a minha timidez era uma barreira imensa. Durante mais de dois meses não trocámos mais que 30 palavras, o que aumentava a minha angústia.

Até que um dia comecei a falar de uns apontamentos que tinha... Pediste-me se te os emprestava. Claro, foi a minha resposta. Prometeste que os devolvias na segunda, a seguir ao teste de BC.

E, deste modo, esperei por ti na entrada da faculdade. O tempo avançou vagarosamente, 30 minutos, 1h, 2h... e não apareceste! Fiquei desapontado, achava que te tinhas esquecido de mim...

Na aula de terça, apresentaste-me mil desculpas. As 999 últimas já não eram necessárias, porque um sorriso teu bastou... sentaste-te ao meu lado. Decidi arriscar, pedi-te o número de telefone, com a desculpa (que me pareceu plausível!), não nos desencontrarmos outra vez. Para minha alegria, até o telefone de casa me deste. Memorizei o teu número de telemóvel nesse instante.

Agora só precisava de coragem para te ligar...
publicado por Unpredictable às 18:33
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Amor à Prova de Tudo

rosa.revsin.sadness.jpg

Se há sentimento que jamais tive por ti, foi de ódio ou de desinteresse. Mas nem sempre posso estar junto de ti...

Compreendo perfeitamente os teus argumentos, mas eles esgotam-se quando reages desta maneira. Infelizmente, nestas situações reafirmas que não estás satisfeita comigo, enumeras todos os meus defeitos e principalmente o facto de numa querer estar ao pé de ti.

Fico triste... quando questionas o facto de gostar de ti, ou de te amar. Acho que apesar das grandes discussões que já ultrapassámos, nunca deixei de expressar o meu amor por ti. Humildemente, acho que sempre estive presente em momentos importantes da tua vida, não fossem eles também importantes para a minha...



Por tudo o que aconteça, o meu amor por ti permanece intacto. Mas nem sempre posso estar contigo. Acho que isto não significa que não queira estar contigo.

Amo-te
publicado por Unpredictable às 16:04
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Domingo, 25 de Julho de 2004

Desilusão

Como te recusas a ouvir-me decidi escrever-te. Não sei se o problema é meu, se é teu, sinceramente não sei. Não sei o que se passa conosco, a única coisa que sei é que as coisas não podiam estar piores. Mais uma vez, precisei de ti, e mais uma vez não vieste. Se tivesses em TN, eu compreenderia, mas não, estás a 9 Km de minha casa, mas mais uma vez tudo está à minha frente, nem quando eu realmente preciso das tuas palavras, do teu calor tenho direito a ser a prioridade na tua vida. Dizes que eu nunca enfrento os meus pais, e tu? Quando é que tu já enfrentas-te os teus por mim, hoje, que eu tento precisava de ti foste incapaz de enfrentar os teus pais e de dizer que querias me vir ver, que eu precisava de ti. Sabes perfeitamente os tempos dificeis que tenho pela frente e que estou a ultrapassar, mas mesmo assim eu não sou digna de uma visita. Nem sabes como eu estou triste, desiludida como nunca pensei que um dia poderia vir a estar. Mas tudo isto me passava, apesar de a mágoa ainda perdurar por algum tempo, se tu não falasses comigo da forma como falas. Com ódio, com desprezo, como se eu fosse apenas mais uma rapariga qualquer, totalmente descartável e não a pessoa que dizes que amas mesmo quando estás chateado. Como é que consegues? Gostava de saber. O meu coração e a minha alma choram ao escrever estas palavras e as dúvidas assolam-me. Como é que a pessoa que diz que me ama mais do que tudo me consegue tratar assim? Será que vale a pena? Eu quero acreditar que assim porque ao mesmo tempo que estou a escrever estas palavras o meu coração já te está a perdoar e a dizer para te telefonar e fazermos as pazes. Acontece sempre isto, quando me desligaste o telefone disse que não te iria telefornar e que me iria recusar a falar contigo, mas cinco minutos depois já tudo passou. Ás vezes não queria ser assim, mas o que fazer, se eu te amo, apesar de tudo.
publicado por Unpredictable às 19:10
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Sexta-feira, 23 de Julho de 2004

A Despedida de um Romântico...

carlosparedes2.jpg

Que música pode ser digna de um passeio romântico pela parte histórica de Lisboa? A resposta só pode vir do mestre e da sua guitarra portuguesa.

Sempre que passeio com a minha Uabet nas ruas históricas de Lisboa me recordo das suas melodias, que reflectem um romantismo puro. Os seus acordes arrancam-me sentimentos e emoções, a sua música não se houve, sente-se.

O mundo despede-se de mais um romântico, cuja linguagem não eram palavras mas sons. E se o Amor pode ser descrito, certamente poderá ser tocado.

Adeus... e até sempre.
publicado por Unpredictable às 14:30
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Desavenças

Não gosto de discutir com a pessoa que amo, mas a inevitabilidade da vida leva a que nos confrontemos de tempos a tempos. Reconheço que são dos períodos mais difíceis e desgastantes que uma relação a dois pode sofrer.

Muitas vezes, situações insignificantes geram momentos de grande tensão, que conduzem sempre a dor. A dor “mental” sempre foi a mais terrível de suportar. Levantam-se dúvidas e incertezas, porquê? O ser humano, por natureza, nasce um ser egoísta, egocêntrico. Sim, de facto nós somos o centro do nosso mundo, vemo-lo sempre da nossa perspectiva e de acordo com as nossas expectativas. Esta situação gera um grande sentimento de precaução, o medo de nos entregarmos cegamente nos braços de outra pessoa. Obviamente, que estou a falar a nível do subconsciente.

Nas discussões, somos levados a dizer coisas que noutras situações seríamos incapazes sequer de imaginar. Agimos como nos tratássemos de caldeiras a vapor, que ao atingirem o limite de pressão, extravasam o excesso e ficam apenas com a quantidade de água que conseguem aguentar.

Frequentemente, chega-se a um impasse. Uma relação entre duas pessoas dever ser sempre flexível. Nunca devemos partir de pressupostos imutáveis, com por exemplo: “amo-te para sempre”, “nunca vou gostar de mais ninguém”. Todos sabemos que, nalguns casos, basta um desencadear de acções para que tudo desabe. Ninguém, a meu ver, prevê o futuro, porque somos nós que o construímos. A flexibilidade permite que o amor perdure no tempo.

Apesar de tudo, as desavenças tornam uma relação interessante e saudável, sob pena de esta se condenar à monotonia e ao conformismo. E não existe nada pior numa relação de amor que isto.
publicado por Unpredictable às 12:16
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